Triunfo do Inter: a vitória contra o Parma vale o 21º tricolor. Thuram e Mkhitaryan assinam a festa

Inter-Parma 2-0
GOLS: 46′ pt Thuram, 35′ st Mkhitaryan.
INTER (3-5-2): Verão 6,5; Bisseck 6, Akanji 6,5, Bastoni 6 (22º Carlos Augusto 6); Dumfries 6,5, Barella 7 (44º Frattesi sv), Zielinski 7 (22º Mkhitaryan 7), Sucic 6, Dimarco 6,5; Thuram 7 (21º Lautaro 6,5), Esposito 6 (1º Bonny 6). No banco: Josep Martinez, Di Gennaro, De Vrij, Acerbi, Luis Henrique, Darmian, Cocchi, Mosconi, Diouf, Calhanoglu. Treinador: Chivu 6.5.
PARMA (3-5-2): Suzuki 6; Circati 5.5, Troilo 5, Ndiaye 5; Delprato 5,5, Bernabé 6 (30º Sorensen 6), Nicolussi Caviglia 5,5, Keita 5,5 (22º Ordonez 6), Valeri 6 (40º Carboni sv); Strefezza 6,5 ​​(30º Almqvist 6), Pellegrino 5 (22º Elphege 6). No banco: Corvi, Rinaldi, Valenti, Britschgi, Estevez, Oristanio, Ondrejka. Treinador: Cuesta 6.
ÁRBITRO: Bonacina de Bérgamo 6.5.
NOTAS: noite clara, terreno em bom estado. Reservado: Zielinski. Cantos: 8-2. Tempo de recuperação: 1’+1, 3′.

O Inter costurou seu vigésimo primeiro scudetto na camisa. A vitória sobre o Parma, assinada por Thuram e Mkhitaryan, dá início à comemoração do Inter em San Siro: a três jornadas do final, a equipa de Chivu é matematicamente campeã da Itália. E fá-lo depois de um jogo nada brilhante, mas extremamente eficaz, também porque os amarelos e azuis de Cuesta tentaram dificultar o trabalho dos nerazzurri. Mas nada puderam fazer nas explosões do Inter, uma em cada tempo, que deram o título a Lautaro Martinez e seus companheiros. A partida entra imediatamente no rumo esperado, com o Inter mantendo a posse de bola e o Parma defendendo com linhas estreitas e tentando recomeçar. A primeira oportunidade vai para Dumfries, que chega perto de assumir a liderança com uma cabeçada em belo passe de Barella. Mas a equipe de Cuesta também joga com coragem em San Siro, não desprezando a posse de bola para tentar punir os nerazzurri. A boa bola parece caber a Pellegrino, que de dentro da área, porém, acerta um chute fraco com o pé esquerdo. O Inter sempre se torna perigoso quando acelera, grande jogada de Esposito liberta Barella que bate o pé esquerdo na trave e nas costas de Suzuki, que defende com um mergulho, antecipando Thuram na linha do gol. Os nerazzurri tentam aumentar as rotações do motor, mas o lento movimento da bola no meio-campo ofensivo bate na parede erguida pelo Gialloblu, num primeiro tempo que caminha cansado para o intervalo. Pouco antes do final dos acréscimos, porém, o Inter marcou, aproveitando a primeira distração real da defesa amarela e azul: um passe de Zielinski para Thuram, que com o pé direito diagonal colocou os nerazzurri na frente e explodiu o San Siro.

No segundo tempo Chivu foi obrigado a ceder Esposito devido a uma pancada nas costas, colocando o ex-Bonny em seu lugar. O Inter segue pressionando em busca da dobradinha, sem no entanto encontrar grandes formas de criar perigo à baliza de Suzuki. A 25′ do final, San Siro defende o retorno a campo de Lautaro Martínez, que retorna a campo após lesão na panturrilha e coloca minutos nas pernas rumo à final da Copa da Itália. Por outro lado, Cuesta joga a carta Elphege para tentar aumentar o peso ofensivo da sua equipa. Porém, o Inter criou a bola para fechar a partida, com um cruzamento de Dimarco completando um rápido recomeço, no qual, no entanto, ninguém conseguiu encontrar o desvio certo a poucos passos do gol. Pouco depois, porém, novamente com assistência de Dimarco, Dumfries chega, mas seu chute de pé direito acaba muito alto. Lautaro também tenta, com um chute de pé esquerdo fraco e central demais para preocupar Suzuki. Porém, é justamente uma inserção do capitão que leva à dobradinha: Bisseck lança o argentino à beira do impedimento, cruzamento rasteiro para Mkhitaryan que faz 2 a 0 de perto e explode mais uma vez os quase 75 mil de Meazza. Faltando 10 minutos, já estão comemorando: “somos os campeões italianos”, todo o San Siro canta e até o banco nerazzurri dança. O vigésimo primeiro scudetto do Inter já é uma realidade.

Felipe Costa