A escassez de água (“que continua a ser alvo de reclamações e protestos”) e a situação dos resíduos (“um plano económico e financeiro que prevê um aumento significativo dos custos repartido por dois anos com um novo e adicional aumento da Tari para os cidadãos e em particular para as atividades”). O foco da FdI Villese está nestes dois temas que, com o seu secretário Antonio Messina, chama a atenção para o que foi ativado nestas áreas pela administração Caminiti. Para a questão da água fala de “bairros, obrigados, quando presentes, a activar sistemas de armazenamento durante todo o dia e ainda sofrem com a falta deles” e regista sempre as mesmas respostas “rede desactualizada, intervenções de manutenção efectuadas sem necessidade de publicitar nada até intervenções da entidade gestora regional que na realidade não alteram a situação”. Em suma, define-o como “um estado de emergência que nunca deixou de existir nestes 4 anos”.
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