A experiência na área vira romance: Francesco Rattà estreia com “L’incastro dei cocci”

Da luta contra a ‘ndrangheta à ficção: o Diretor Sênior da Polícia Estadual Francesco Rattà assina sua estreia literária com “L’incastro dei cocci (Uma investigação de 2007)”, um mistério realista que mistura intriga, tráfico de drogas e tensão investigativa ambientado no início dos anos 2000.

O enredo

Um entrelaçamento de algumas partes desviantes das instituições e do submundo O romance parte do suicídio de Giulia De Santis, uma jovem estudante de direito, aparentemente um episódio trágico e isolado.
Em breve, porém, a investigação do Comissário Adjunto Antonio Cicala em Zancarota revela ligações inesperadas: o desaparecimento de Mariangela Colussi, sobrinha de um Senador membro da Comissão Antimáfia, um assassinato ao estilo da máfia em Milão e um complexo tráfico internacional de cocaína dirigido por um fugitivo da ‘Ndrangheta.
Cicala, apoiado por um informante astuto e, sem o seu conhecimento, por um padre amigo encontrado depois de trinta anos, deve juntar os “pedaços” de uma verdade fragmentada, confrontando um crime tortuoso e generalizado.

O autor

Francesco Rattà, nascido em 1968, nasceu em Montepaone, uma pequena cidade da província de Catanzaro. Concluiu seus estudos universitários em Direito na Universidade “La Sapienza” de Roma, onde se formou em 1994.
O autor traz para este romance toda a experiência acumulada ao longo de décadas de serviço na Polícia Estadual. Ex-diretor do Esquadrão Voador de Catanzaro, Reggio Calabria e Roma, ex-Vigário do Comissário de Polícia de Roma e hoje Diretor do Gabinete Conjunto de Análise da Estrutura de Prevenção Antimáfia do Ministério do Interior, Rattà oferece ao leitor uma visão autêntica dos mecanismos de investigação e dos riscos do trabalho no terreno.

​Com este romance, o autor não se limita apenas a contar uma história ficcional, mas leva o leitor para dentro dos complexos mecanismos da inteligência investigativa.

“L’incastro dei cocci” é, portanto, um romance de justiça e suspense que prende o leitor da primeira à última página, confirmando que, muitas vezes, a realidade continua a ser o melhor ponto de partida para uma narrativa de tirar o fôlego.

Felipe Costa