Caminhoneiros sicilianos nas barricadas. E os barcos pesqueiros também param

Os 25 milhões oferecidos pela Região são bons, mas não são suficientes para resolver os problemas críticos que o sector atravessa e, portanto, enquanto a pesca também cruza os braços, a greve dos camionistas continua até ao fim.
Esta é, em suma, a mensagem ontem transmitida pelos proprietários sicilianos durante a conferência de imprensa realizada no porto de Catânia, a primeira após a paralisação de veículos nos portos comerciais da ilha iniciada na passada terça-feira, para reiterar que os recursos atribuídos pelo governo Schifani para mitigar o elevado custo do combustível, a partilhar com pescadores e agricultores, são poucos em comparação com o aumento das taxas de embarque nos ferries e o desembolso de 100 milhões por ano para o ETS, o imposto da UE sobre as alterações climáticas emissões.
Por isso, salienta o secretário da Comissão dos Transportadores, Salvatore Bella, para reduzir os custos de movimentação de mercadorias “precisamos da intervenção do ministro Salvini, caso contrário permaneceremos nos parques de estacionamento, garantindo ao mesmo tempo o transporte de bens essenciais”.
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Felipe Costa