Catanzaro-Palermo, do salário à praça: é um desafio antípoda

Catanzaro e Palermo estão a anos-luz de distância, mas o campo pode nivelar as diferenças (já aconteceu), o jogo não se compra e os gols não são marcados apenas por investimentos. A classificação para a final dos playoffs está aberta e os sicilianos terão que suar muito. Têm a vantagem de dois resultados em três, a experiência de uma equipa que tem jogadores de categoria superior e o impulso de um lugar que tem números incomparáveis, mas os Giallorossi sempre os olharam nos olhos, mesmo desde que o City Group (ou seja, os Emirados Árabes Unidos com o seu poder económico quase) incluiu o Rosanero na carteira de clubes que tem o Manchester Blues na liderança.
A primeira diferença está precisamente no dinheiro subjacente aos respetivos projetos: Palermo tem um salário de quase 30,5 milhões de euros, o segundo da categoria depois de Monza, enquanto Catanzaro custa pouco menos de 11 milhões, o que significa que 13 gastaram mais. É a primeira pimenta da partida: é verdade que no campeonato os sicilianos terminaram com 13 pontos a mais (72 a 59), mas os confrontos diretos terminaram empatados com uma vitória estreita cada: 1 a 0 para os calabreses no jogo de ida, 3 a 2 para o Palermo no jogo de volta. E a equipe de Inzaghi nunca provou ser superior à de Aquilani.
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Felipe Costa