Catanzaro, tráfico no eixo Roma-Albânia: investigações encerradas

A DDA de Catanzaro encerrou a investigação à operação que revelou a ligação entre expoentes do crime albanês e o crime cigano de Catanzaro, acusado de associação destinada ao tráfico ilícito de drogas, extorsão e recepção de bens roubados. As drogas, principalmente heroína, chegavam da Turquia e, passando pela Albânia, eram importadas para Itália através do porto de Bari, para depois serem distribuídas nos centros de tráfico de droga de Crotone, Catanzaro e da província.
De acordo com as conclusões da investigação, havia à frente da organização Arkez Dibrani, disse o tio, estacionado na Albânia, de onde dirigiu o tráfico de droga, tomando decisões sobre o transporte da substância estupefaciente e disponibilizando os motoristas e meios de transporte da empresa “Ke.gi” para a actividade ilícita. serviço”, atribuível a ele, com sede em Durazzo. Dibrani foi auxiliado por Samuel Garuja, Isa Garuja E Samuel Muça. Os três eram responsáveis ​​pela rede de distribuição de droga em Catanzaro, estabelecendo contactos com compradores grossistas de heroína.

Felipe Costa