Cheiro forte de maconha no Aberto dos EUA, Sabalenka interrompe saque

Cheiro a fumo, e não é tabaco, no US Open e Aryna Sabalenka interrompe uma piada: «Nunca senti um cheiro tão forte. Não sei se veio das arquibancadas ou de fora, mas foi um pouco demais”, disse a número 1 do tênis feminino na coletiva de imprensa após derrotar Kamilla Rakhimova em dois sets por 6-3, 6-4 na sexta-feira.

Em Nova York a maconha é legal: “Você pode fumar o quanto quiser, mas não quando jogamos”, acrescentou o atleta que, depois de passar a terceira rodada do torneio, continuará a corrida rumo ao que seria seu quinto título de simples no Slam.

O pedido ao árbitro

A bielorrussa, que jogava no Estádio Louis Armstrong, pediu a intervenção da árbitra Eva Asderaki-Moore e ela, por sua vez, falou com um árbitro via rádio antes do jogo recomeçar. Sabalenka não é o primeiro jogador a reclamar do cheiro de cannabis nas quadras de Flushing Meadows este ano. Na semana passada, Katie Boulter, da Grã-Bretanha, disse que o cheiro distraia, enquanto Harriet Dart e Francesca Jones também relataram tê-lo sentido.

Um problema que se repete

E não é um problema novo no Aberto dos Estados Unidos: em anos anteriores, jogadores como Novak Djokovic e Alexander Zverev também reclamaram do cheiro de maconha vindo do entorno das quadras.

Felipe Costa