As investigações que o Ministério Público de Bruzia lançou nos últimos dias sobre o acordo que rege a actividade dos professores de medicina da Unical no hospital não têm significado criminal e não implicam qualquer crime. Nos últimos dias, foi enviado à Direção Geral da Annunziata um pedido formal de aquisição de documentos e informações com o objetivo de reconstruir as modalidades de aplicação do acordo previsto no Decreto do Comissário da Saúde de 24 de janeiro de 2025.
O ato, que relembra atividades investigativas delegadas à Polícia Financeira, portanto, não contém objeções específicas ou referências a crimes ou pessoas sob investigação. O objetivo é adquirir elementos úteis para verificar como a convenção foi implementada na prática.
A documentação necessária
Em particular, os investigadores solicitaram ao director-geral Vitaliano De Salazar a documentação relativa aos professores universitários contratados ao abrigo do acordo, com especial referência aos cargos ocupados, às funções desempenhadas e às responsabilidades atribuídas na UOC e nos departamentos hospitalares.
As avaliações dizem respeito aos aspectos clínicos, organizacionais e administrativos da atividade desenvolvida, bem como às formas como o papel dos profissionais é representado perante os usuários.
Análise aprofundada da instrumentação
Uma análise mais aprofundada diz respeito aos equipamentos médicos possivelmente cedidos pela Unical ao Ao. O Ministério Público quer saber quais equipamentos têm sido utilizados no atendimento aos pacientes, onde estão localizados e se a equipe recebeu treinamento específico para seu uso.
Além disso, foram solicitados os nomes dos operadores treinados. Os documentos transmitidos pelo Ao permitirão agora que os investigadores avaliem quaisquer desenvolvimentos investigativos.