Cosenza, entre o campo e o futuro. Aguardando as jogadas de Guarascio

Os cinco pontos sofridos por Casarano ainda ecoam no ar. Depois da certeza matemática do quarto lugar, muitos se perguntaram quem poderia ser o adversário do Cosenza na primeira fase nacional, que contou com os jogos da primeira mão disputados na noite passada. A equipa de Vito Di Bari, pelo contrário, extinguiu qualquer ilusão no início de uma jornada que teria sido difícil de qualquer forma. E assim, agora que a temporada está praticamente encerrada, antes das datas federais, iniciou-se uma espera importante para a grande maioria dos torcedores, a relativa a uma hipotética mudança de clube. Eugenio Guarascio é o presidente mais antigo da história de Cosenza, mas para os seus apoiantes o seu tempo é considerado encerrado. O empresário da Parenti manifestou-se aberto à venda em dois dos últimos três comunicados divulgados pela empresa no espaço de poucos dias. Uma abertura, porém, que pareceria apenas uma fachada. Um grupo de Cosenza, coordenado por um profissional local, está de fato interessado em assumir o clube Bruzio e se movimenta para aprofundar a discussão. Uma reunião deveria ter acontecido na semana passada, mas no momento Guarascio está demorando.
Uma atitude que parece inconsistente com o que é transmitido através das notas divulgadas. As próximas semanas, portanto, ajudarão a compreender se uma verdadeira negociação se concretizará ou se transformará em mais um verão de espera e fibrilações infrutíferas para aqueles que esperam uma mudança no topo. A passagem do tempo não é aliada dos interessados ​​em adquirir o Cosenza, entre várias tarefas e a necessidade de organizar um projeto desportivo tendo em vista o próximo campeonato.
Em tudo isto, decisões importantes correm o risco de ficar em stand-by, a começar pelas decisões relativas ao treinador e ao diretor desportivo. O resto terá que ser resolvido em cascata. Mas existe o risco de que mais uma vez tudo isto possa ser decidido nos tempos caninos.

Felipe Costa