A apresentação do novo volume de Basilio Purita intitulado «Favelloni. Igreja e pessoas na jornada através da história”.
O evento contou com uma grande participação de cidadãos e entusiastas da história local, ansiosos por redescobrir as raízes culturais e religiosas da comunidade (desde a figura de San Filippo d’Agira, à forma como a vila nasceu e cresceu ao longo dos séculos, desde os terramotos ocorridos em 1783 e 1905). Um encontro cheio de ideias, perfeitamente resumido por uma reflexão relatada no cartaz da noite: «É o sentimento de pertença ou de identidade que me faz amar o “meu” país, que considero a minha “pátria”, e amo como se ama um pai e uma mãe, por mais pobres ou modestos que sejam».
Os trabalhos foram moderados por Francesco Iannello, jornalista da Gazzetta del Sud, que apresentou as saudações institucionais e religiosas editadas por Dom Piero Furci (Vigário da Diocese de Mileto-Nicotera-Tropea) e por Dom Francesco Colaci (Paróquia de Favelloni).
O parterre de intervenções culturais e historiográficas que enriqueceram o debate foi muito rico:
Monsenhor Filippo Ramondino, diretor do Arquivo Histórico Diocesano de Mileto, Foca Accept, historiador, Vincenzo Calzona, diretor dos Museus Parghelia e Ricadi, Ignazio D’Angelo, pesquisador, Michele Furci, historiador do sul, Franco Pagnotta, escritor, Maria Teresa Pata, professor, Eugenio Sorrentino, historiador (ausente, mas seu discurso foi lido e relatado ao público)
O próprio autor, Basilio Purita, participou da noite com profunda emoção, agradecendo aos palestrantes e à comunidade local a calorosa acolhida dada ao seu mais recente trabalho literário, destinado a continuar a ser uma referência para a historiografia da região.