O principal objetivo é atrair médicos calabreses que atualmente trabalham fora da região. Enquanto isso, a todo vapor com os profissionais cubanos que atendem atualmente nos hospitais da região. Estes são alguns dos elementos que emergem das declarações do governador Roberto Occhiuto ao Washington Post, que dedicou uma reportagem à saúde calabresa.
O jornal norte-americano baseou-se em particular em algumas entrevistas realizadas pela Associated Press com alguns médicos cubanos que prestam serviço na Calábria, a começar pelo hospital de Polistena, em Reggio Emilia. E entre uma questão crítica encontrada e um problema resolvido, surgiu o pensamento de Occhiuto, que não mudou nem mesmo diante da pressão da administração Trump para pôr fim à colaboração com a ilha caribenha cujo governo para os EUA é, se quiser ir devagar, como fumaça e espelhos nos olhos.
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