Sibaritide, metralhadoras são as armas favoritas dos assassinos de gangues

Uma metralhadora. A arma com a qual Giuseppe Scorza, 36 anos, foi assassinado em 28 de agosto foi fabricada na Europa Oriental. A vítima foi atropelada por uma saraivada de balas nos escritórios de uma empresa privada no bairro de Lauropoli. Balas calibre 7,65 explodiram em rápida sucessão. Portanto, não há Kalashnikovs na cena do crime. As gangues sibaritas mudaram de armas para “assinar” seus crimes. A submetralhadora é eficaz a curta distância e mais fácil de esconder do que uma submetralhadora.
O casal de pistoleiros que chegou de moto atirou para matar Scorza, mas feriu também o homem que estava em sua companhia, Renato Elia, que foi atingido por bala no baço, mas que mesmo assim conseguiu escapar. Ou melhor: ele não foi alvo dos assassinos que o deixaram escapar. Não há vestígios, 10 dias após o assassinato, da motocicleta usada pelos agressores para fugir de Lauropoli. O veículo pode ter sido escondido em local seguro não muito distante ou abandonado em área ainda não fiscalizada pela polícia.
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Felipe Costa