Donald Trump declarou na Casa Branca, durante reunião com as principais petrolíferas mundiais, que os Estados Unidos decidirão quais empresas poderão trabalhar na Venezuela no âmbito de futuras atividades ligadas à indústria petrolífera do país sul-americano.
O presidente norte-americano referiu-se também às reações internacionais à recente operação militar em Caracas para a captura de Nicolás Maduro, afirmando que numerosos líderes estrangeiros o contactaram para expressar o seu choque pelo ocorrido, embora sem citar nomes específicos.
Reunião com a alta direção das empresas petrolíferas
Durante a reunião na Casa Branca com os CEO das principais empresas petrolíferas, incluindo a Eni, Trump sublinhou que «agora na Venezuela você tem total segurança», confirmando a vontade da administração dos EUA de supervisionar as oportunidades de investimento no setor energético da Venezuela. A reunião faz parte de uma iniciativa mais ampla para explorar possíveis investimentos e a reconstrução da indústria petrolífera da Venezuela, após anos de declínio e sanções internacionais. Participam importantes operadores do setor e representantes da administração norte-americana, com o objetivo de estimular a produção e criar novas oportunidades comerciais.
A posição da China e da Rússia
«China e Rússia podem comprar petróleo» dos Estados Unidos. Donald Trump disse isto durante a reunião com as petrolíferas na Casa Branca. “Estamos prontos para fazer negócios”, disse novamente o presidente americano.
O aviso à Groenlândia
Donald Trump insiste que os EUA tomarão a Groenlândia “por bem ou por mal”. “Não queremos a China ou a Rússia como vizinhos”, acrescentou. “Não estou falando de dinheiro para a Groenlândia neste momento, mas poderia. Faremos algo, quer eles gostem ou não, porque se não o fizermos, a Rússia ou a China assumirão o controle”, disse ele, acrescentando que era um “grande fã da Dinamarca”.