Trump sem restrições: “Primeiro o Irão, depois Cuba”. O impulso do presidente dos EUA na guerra e nos cenários globais

Primeiro o Irã, depois Cuba. Donald Trump delineia as prioridades da política externa americana ao discursar no Forum Club em West Palm Beach, Flórida, onde abordou os principais cenários internacionais com tom decisivo.

O Irão no centro da estratégia

O Presidente dos Estados Unidos reiterou a sua linha dura em relação ao dossiê iraniano, sublinhando que não é possível permitir que Teerão adquira armas nucleares. “Não se pode dar ao Irão uma arma nuclear, porque eles iriam usá-la contra Israel muito rapidamente, e no Médio Oriente, e na Europa, e nós seríamos os próximos. E isso não vai acontecer”, disse ele.

Trump também acrescentou que os Estados Unidos estão a tomar medidas eficazes, chegando ao ponto de definir como “traição” argumentar o contrário.

Palavras sobre Cuba

Durante o discurso, o presidente afirmou que os Estados Unidos irão “assumir o controlo” de Cuba “quase imediatamente”, especificando, no entanto, que a operação no Irão será concluída primeiro.

O olhar sobre a Ucrânia

Há também espaço para o conflito entre a Rússia e a Ucrânia, definido como “difícil”, mas para o qual Trump disse estar confiante numa possível solução. “Acredito que seremos capazes de resolver isso”, disse ele, insinuando a perspectiva de intervenção diplomática.

As declarações traçam um quadro internacional complexo, com a administração americana envolvida em múltiplas frentes entre a segurança global e as crises geopolíticas.

Felipe Costa