Vibo, prova de “força” da maioria, mas Romeu garante: “É democracia”

Os ventos Bora e não os ventos de sudoeste sopram perto do palácio “Luigi Razza”. A maioria continua em risco de implosão. A remodelação de Janeiro não resolveu quaisquer problemas. Na verdade, as relações entre as forças de centro-esquerda estão a tornar-se cada vez mais tensas e o verão, que agora está a chegar, promete ser quente para o presidente da Câmara Enzo Romeo, que, de qualquer forma, tentou tranquilizar, numa tentativa de afugentar os fantasmas cada vez mais incómodos de uma possível crise.
Mas os factos falam, assim como as reconstruções. Acima de tudo: a área “Democratas e Reformistas”, representada no Conselho por Ketty De Luca, já não parece disposta a baixar a cabeça. Na mira está o Progetto Vibo, a formação de maior sucesso de todos os tempos que, com apenas quatro vereadores, conta com três conselheiros no executivo. Vereadores também pretensiosos, a nível financeiro, tanto que a titular da delegação orçamental teve em algumas ocasiões que levantar a voz perante o pedido premente dos principais responsáveis ​​do autarca para o desvio de recursos para os respetivos capítulos orçamentais.
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Felipe Costa